sábado, 24 de julho de 2010

Becca Fitzpatrick, Obrigada ♥

Título idiota, eu sei, mas pra explicá-lo, vamos ao início dos fatos.

Desde que nossa querida Stephanie Meyer acabou com a lenda do sobrenatural, eu desisti de livros que englobassem o estilo. Como a maioria das pessoas próximas a mim sabem, eu sou totalmente louca pela Nora Roberts, o que faz de mim uma consumidora compulsiva por seus livros.

Recentemente, comprei o primeiro livro da série “As Calhoun” - que por sinal é maravilhosa, como sempre – O fato é que, ontem, eu precisava sair para comprar um livro que meu namorado já havia me pedido há algum tempo. Eu tinha exatamente cem reais, mas a tentação de quando entro em uma livraria é muito grande e eu precisava comprar outras coisas, ainda.

Peguei o tal livro do Roberto e chequei o preço na máquina: R$29,90 Certo, concluí que o segundo livro da série estaria inviável ao meu orçamento, já que custava R$44,90. Então eu o encontrei...

Sempre que ia à Saraiva, eu olhava aquele livro e ele me chamava pra perto dele. O problema? Ele ficava ali, naquela mesma estante onde localizavam-se Crepúsculo, Diários de Vampiros e etc... Mas ontem, ele estava na promoção: R$23.90 Peguei-o em mãos, pensei, pensei, e, morrendo de medo de me arrepender, levei o primeiro livro da série Hush Hush, Sussurro (há).

Qual não foi minha surpresa que, logo no começo a história me prendia e eu não conseguia largar o livro por nada, eram 2 da manhã e eu me recusava a dormir enquanto não terminasse o livro. Enfim, acabei e a minha reação?! Nada mais parecido do que extasiada, satisfeita e contente, sem nem uma dúvida daquele arrependimento que tive quando fui comprá-lo.

Sussurro envolve a história sobre anjos, anjos caídos, demônios e etc. Os protagonistas, Nora e Patch, são TOTALMENTE diferente daquilo que algumas pessoas chamam de vampiro e daquela retardada namorada dele. Começando por ele. Patch é debochado, cafajeste, cínico, extremamente sexy e irresistível. Até eu me apaixonei por ele! A Nora não é o tipo de garota retardada que fica esperando as coisas acontecerem com ela, ou etc... Gostei da maneira como ela vai atrás, de como ela enfrentou o Patch até o último momento do livro. O livro transmite um “feeling” sexual muito grande e você espera que as coisas esquentem a qualquer momento, mesmo que os beijos trocados tenham sido contados nos dedos. Como não esquecer aqueles dois capítulos do motel?! Meu Deus! Quase fiquei sem ar, ali! O fato é que, mesmo todos os “problemas” tendo sido resolvidos neste livro, (Digo, nenhum ser do mal ficou pra trás, com desejo de vingança) quando o final chega, você fica perdidamente desesperado pela continuação. Que é como fiquei!

O fato é que, cheguei a conclusão de que aquela série lá (não vamos citar nomes), talvez esteja prejudicando história maravilhosas, como a da série Hush Hush e espero que as pessoas deixem o preconceito (como eu) e procure histórias como essa.
Por acaso, “Sussurro” é o primeiro trabalho da escritora, que mostrou-se impecável, na minha opinião, e eu não vejo a hora de ler a sequência, que se chama “Crescendo” e infelizmente só estará disponível em Outubro e somente em inglês. Até lá eu surto, desesperada, lembrando dos momentos desse casal de tirar o fôlego e fazendo um IMENSO agradecimento:

Obrigada, Becca Fitzpatrick, por resgatar a minha esperança em romances sobrenaturais.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Kings and Queens...

Dia desses eu estava mudando os canais da televisão e resolvi parar no VH1 (Propaganda nada). O clipe que estava passando era o do 30 seconds to mars, Kings and Queens. A princípio, achei uma música bem legal, o que me fez ir atrás dela e buscar a letra.

E foi isso que me impressionou.

Comecei a pensar que hoje em dia todo mundo diz que nós (jovens) somos o futuro da nação. Que está nas nossas mãos mudar o futuro e fazer do mundo um lugar melhor. Poético isso, não?! Agora eu me pergunto, por quê demorar tanto tempo pra tentar fazer alguma coisa?! Talvez pela facilidade que é jogar o destino nas mãos das gerações futuras. Isso acaba criando uma enorme bola de neve. Os jovens de hoje serão os adultos de amanhã, que dirão para os jovens daquele amanhã lá, que o destino está nas mãos deles. Veja se não é um grande ciclo vicioso?

Não que eu não queira fazer a diferença, é claro que eu quero. E são as atitudes diárias que contribuem um pouquinho com isso. Não sou a senhora certinha, que faz tudo certinho, pelo contrário, eu erro e muito. Só quero dizer que chegou a hora de parar dizer “O futuro é de vocês” e trazer a responsabilidade um pouco para si. Afinal, esse planeta pertence a todos. Aos jovens, as crianças, aos adultos, aos velhos... O futuro é de todo mundo.

Nós não éramos, nós somos os reis e as rainhas da promessa, as vítimas de nós mesmos.